•  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

O FBI (agência dos Estados Unidos comparável à Polícia Federal brasileira) monitorou conversas na internet de um homem de 19 anos preso nesta segunda-feira (10), em São Paulo, por suspeita de planejar ataques a escolas.

Os agentes norte-americanos alertaram a Polícia Civil de São Paulo sobre os planos do suspeito. Ao ser interrogado, ele admitiu — sem nenhum constrangimento,  segundo os delegados — o desejo de cometer uma série de assassinatos.

Durante as investigações,  polícia paulista descobriu que o rapaz procurava comprar armas de fogo e tinha a intenção de saber como fazer o massacre.

Segundo investigadores, ele narrou os planos como se passasse uma receita de bolo. Agora, a polícia quer investigar aos outros envolvidos nas conversas e nos planos violentos. O homem, que não trabalhava nem estudava, também teria confirmado ser admirador de crimes violentos.

Em 2020, o suspeito já havia sido preso por manter essas conversas e planejar ações violentas. Ele foi liberado ao alegar insanidade mental.

A polícia percebeu, a partir dessa primeira detenção, que também existia um entrave jurídico: não havia tipificação do crime para mantê-lo preso. Então, os delegados conseguiram provas para tipificar o crime como corrupção de menores.

A prisão do suspeito, encontrado na casa de um tio, na periferia da cidade ocorreu seis dias depois de um ataque que deixou cinco mortos — duas professoras e três bebês com menos de 2 anos — em uma creche na cidade de Saudades, em Santa Catarina.

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *