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No início da noite desta quinta-feira (17), mais de 1,65 milhão de habitantes do Rio Grande do Sul já haviam recebido segunda dose de vacina contra o coronavírus. O contingente representa 31,4% do grupo prioritário (5,25 milhões de gaúchos), 18,4% dos indivíduos vacináveis (8,95 milhões de adultos em geral) e 14,6% da população geral (11,3 milhões) dos 497 municípios.

Os dados constam na plataforma oficial de monitoramento vacina.saude.rs.gov.br, que também detalha a estatística referente à primeira injeção. Desde o começo da campanha no Estado, em 19 de janeiro, são 4,05 milhões de contemplados com a primeira etapa do ciclo, grupo equivalente a 69,8% do grupo prioritário, 45,2% dos indivíduos vacináveis e 35,8% da população geral.

Cabe ressaltar que, do ponto-de-vista técnico, considera-se como imunizado quem recebeu as duas injeções, pois os três fármacos em uso até agora no Rio Grande do Sul têm por base esse ciclo para garantir proteção efetiva contra manifestações severas da doença.

Quanto à abrangência nos procedimentos de primeira dose, o predomínio é do imunizante de Oxford-Astrazeneca (56,1%), seguido pela Coronavac-Butantan (39,6%) e Pfizer-Comirnaty (4,3%). Já no que se refere à segunda dose, ainda prevalece a Coronavac (85,9%), tendo na vice-liderança a Oxford (12,9%) e em terceiro lugar a Pfizer (1,2%).

Situação da Coronavac

Com a chegada de 251,7 mil doses de vacinas da Pfizer e Coronavac nesta sexta-feira (18), as Coordenadorias Regionais da Secretaria Estadual da Saúde (SES) receberão em seguida as respectivas cotas. A distribuição para os municípios deve ser concluída no fim de semana.

O lote inclui 110,2 mil unidades do imunizante chinês, cujo encaminhamento deve permitir que as prefeituras completem o esquema vacinal para quem recebeu a primeira dose. Conforme estimativa da SES, o trata-se praticamente do número de gaúchos com a segunda injeção em atraso no que se refere ao fármaco.

A análise leva em consideração as informações repassadas pelas secretarias municipais às coordenadorias, bem como os registros do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

“Distribuiremos ampolas de Coronavac a todos os municípios que relataram déficit de segundas doses e pedimos que, em caso de excedente, o imunizante não seja aplicado como primeira dose, pois isso geraria a necessidade de reservar unidades que não temos como garantir neste momento para futuras segundas doses”, frisou a titular da SES, Arita Bergmann. “Todas as sobras devem ser devolvidas para novo rateio.”

Outra recomendação é de que as autoridades locais priorizem a vacinação de cuidadores de menores de 18 anos com deficiência permanente. “Trata-se de um público que muitas vezes tem a saúde fragilizada, e os cuidadores podem ser vetores de transmissão do coronavírus”, explica a diretora de Atenção Primária e Políticas de Saúde da SES, Ana Costa.

Já no que se refere ao restante da carga, são 141,5 mil doses da Pfizer que servirão para prosseguir a imunização da população em geral, trabalhadores do ensino superior, gestantes e puérperas sem comorbidades.

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