more

O Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III) investiga a queda de uma aeronave monomotor na manhã de quarta-feira (24) em João Pinheiro, no Noroeste do Estado. No acidente, o piloto de 37 anos morreu.
O registro atual da aeronave junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) era regular. Em 2010, o veículo já havia se envolvido em um outro acidente aéreo, mas sem mortes e também era pilotado por outra pessoa.
De acordo com a Força Aérea Brasileira (FAB), o primeiro passo da investigação é identificando indícios, fotografando as cenas e retirando parte da aeronave para análise, além de ouvir relatos de testemunhas e reunião de outros documentos.

Não há um tempo previsto para a investigação ocorrer e irá depender da complexidade da ocorrência.
A FAB, porém, não confirmou se o monomotor foi retirado do local em que caiu. A reportagem procurou os bombeiros para saber informações, mas não teve retorno até a última atualização desta matéria.

Acidente anterior
O g1 localizou um relatório do Cenipa sobre um acidente envolvendo a aeronave registrado no ano de 2010. No documento consta que o veículo realizava a pulverização em uma fazenda no município de Uruguaiana (RS), quando se chocou com a fiação de uma rede de transmissão elétrica, causando o acidente.

O piloto não era o mesmo do acidente desta quarta (24) e a conclusão do relatório foi que a situação da aeronave estava regularizada e os problemas indicados foram de que o “julgamento de pilotagem” e o “planejamento de voo” contribuíram para o ocorrido.

Ocorrência em João Pinheiro
Conforme o Corpo de Bombeiros, o monomotor fazia a pulverização de uma lavoura de cana-de-açúcar em uma fazenda do município na quarta-feira próximo ao km 186 da BR-040, quando caiu.

O corpo da vítima foi retirado da aeronave pelos militares e entregue para a funerária após autorização da Polícia Civil e Aeronáutica.

Em consulta no site da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a reportagem checou que a situação de “Aeronavegabilidade da aeronave” na ocasião era considerada “normal”. Conforme a Anac, o documento mostra se todos os requisitos estabelecidos estão regulamentados pelas autoridades do país.

Ainda de acordo com o órgão, a aeronave é de propriedade da Lusa Aviação Agrícola e, segundo os bombeiros, era utilizada pela G5 Agronegócios. A reportagem procurou ambas empresas por telefone, mas não conseguiu contato.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *